O Estado conseguiu conceito “C” pelo ministério na primeira auditoria.

A Secretaria da Agricultura Pecuária e Agronegócio (Seapa) do Rio Grande do Sul pedirá, em maio, uma nova auditoria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para revisar o seu status avícola. A coordenadora do serviço de sanidade avícola do DPA (Departamento de Produção Animal), Adriana Reckziegel, disse ter certeza que o Estado conseguirá um conceito melhor que o C, conferido ao RS no Plano Nacional de Prevenção da Influenza Aviária e Controle de Newcastle.

“Queremos alcançar o conceito A, mas se formos equiparados a Santa Catarina, que ganhou B, já será positivo”, afirma. Além dos prazos impostos pelo Mapa, que permite auditoria uma vez por ano, o pedido somente será feito em maio para que alguns procedimentos sejam melhorados. “Até lá teremos tempo suficiente para cumprirmos as exigências do Mapa”, observa Adriana.

Em todo o país, 21 estados aderiram ao Plano Nacional de Prevenção da Influenza Aviária e Controle de Newcastle e foram auditados pela equipe do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). Cada área só poderá vender produtos para zonas com classificação equivalente ou inferior a sua. Nenhuma das unidades da federação auditadas recebeu a nota A, que aponta maior eficiência e autorização para comercialização em todo país.

Santa Catarina é o estado melhor posicionado, com conceito B, ou seja, considerados funcionais, porém também precisam do auxílio do Mapa na condução de ações sanitárias. O conceito C, em que está hoje o RS, inclui regiões de nível intermediário, que necessitam da coordenação do Mapa na condução de alguns procedimentos sanitários. O D aponta a necessidade de estruturação e de desenvolvimento de medidas pontuais para realização da vigilância às doenças.