A rastreabilidade surgiu na União Européia no final da década passada como reação à escalada nos casos de BSE, sigla em inglês para encefalopatia espongiforme bovina, o “mal da vaca louca”.

Pela identificação individual dos animais-em geral feita por meio de códigos impressos em brincos plásticos-, as fazendas passaram a manter registros sobre toda a lida com o gado. Da alimentação dos rebanho a medicamentos aplicados, incluindo a transferência de propriedades, quando era o caso.

A partir desta década, a UE passou a exigir esse mesmo tipo de controle dos países de onde importa carne.