Portugal importa anualmente cerca de 25 mil toneladas de carne de bovino fresco desossado do Brasil, informou ontem o Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas.

A UE suspende a partir de hoje a importação de carne bovina brasileira devido à insuficiência de garantias sanitárias e de qualidade dadas pelo maior país sul-americano.

Segundo fonte do Ministério da Agricultura, esta decisão da União Europeia não produz efeitos sobre as carnes que já se encontram a caminho da comunidade europeia e que podem dar entrada até 15 de Março.

Brasília tinha sido avisada em Dezembro de 2007 de que, a partir de 31 de Janeiro deste ano, a importação de carne bovina seria suspensa, caso não fosse exclusivamente proveniente de pastos seleccionados que respeitassem as regras sanitárias em vigor na UE.

As autoridades brasileiras propuseram um conjunto de 2.600 propriedades, que não foram aceites pelas instâncias comunitárias, de acordo com o comissário europeu para a Saúde, Markos Kyprianou.

A mesma fonte precisou que a suspensão das importações é temporária, mas que, para ser levantada, cada uma das propriedades constantes da lista das autoridades brasileiras terá de ser alvo de uma aturada inspecção e verificação da documentação legal.

Em Novembro de 2007, veterinários europeus que visitaram o Brasil identificaram “várias deficiências graves nos sistemas de verificação e nas condições sanitárias”, nomeadamente em três estados brasileiros atingidos por um surto de febre aftosa.

O Brasil é o primeiro exportador mundial de carne bovina, com 2,3 milhões de toneladas por ano – 4.500 milhões de dólares (3.000 milhões de euros) em 2007 – um terço do total mundial, mas o conflito com a UE já se arrasta há dois anos, depois de o alarme ter sido dado pelo Reino Unido e a Irlanda.

Portugal importa anualmente cerca de 25 mil toneladas de carne de bovino fresco desossado do Brasil, informou ontem o Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas.

A UE suspende a partir de hoje a importação de carne bovina brasileira devido à insuficiência de garantias sanitárias e de qualidade dadas pelo maior país sul-americano.

Segundo fonte do Ministério da Agricultura, esta decisão da União Europeia não produz efeitos sobre as carnes que já se encontram a caminho da comunidade europeia e que podem dar entrada até 15 de Março.

Brasília tinha sido avisada em Dezembro de 2007 de que, a partir de 31 de Janeiro deste ano, a importação de carne bovina seria suspensa, caso não fosse exclusivamente proveniente de pastos seleccionados que respeitassem as regras sanitárias em vigor na UE.

As autoridades brasileiras propuseram um conjunto de 2.600 propriedades, que não foram aceites pelas instâncias comunitárias, de acordo com o comissário europeu para a Saúde, Markos Kyprianou.

A mesma fonte precisou que a suspensão das importações é temporária, mas que, para ser levantada, cada uma das propriedades constantes da lista das autoridades brasileiras terá de ser alvo de uma aturada inspecção e verificação da documentação legal.

Em Novembro de 2007, veterinários europeus que visitaram o Brasil identificaram “várias deficiências graves nos sistemas de verificação e nas condições sanitárias”, nomeadamente em três estados brasileiros atingidos por um surto de febre aftosa.

O Brasil é o primeiro exportador mundial de carne bovina, com 2,3 milhões de toneladas por ano – 4.500 milhões de dólares (3.000 milhões de euros) em 2007 – um terço do total mundial, mas o conflito com a UE já se arrasta há dois anos, depois de o alarme ter sido dado pelo Reino Unido e a Irlanda.