Em janeiro de 2017, um levantamento realizado pela Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul) afirmou que em 2016, foram gerados quase 1 mil postos de trabalho totalmente novos no Estado. Mesmo com o fechamento de 1.974 postos de trabalho em dezembro, a geração de emprego na indústria sul-mato-grossense foi positiva na maior parte do ano, o que mostra que o setor continua sendo extremamente promissor. E para quem quer ingressar nele, procurar por Cursos Profissionalizantes pode ser um grande canal de entrada.

Para o consultor em recursos humanos Otávio Alencar Barbosa, é natural que os cursos sejam esse caminho por sua qualidade e direcionamento para o mercado de trabalho. “Cada dia mais as empresas precisam de profissionais qualificados em várias áreas, e isso também acontece na indústria. os profissionais que estão em falta no mercado de trabalho ganham muito mais pelo seu serviço quando possuem uma profissionalização técnica”, indica.

E você não precisa ficar preso a nenhuma ideia de curso pré-estabelecida, já que a área da indústria está em constante aquecimento. “Além disso, a área da indústria pode ter momentos onde está em baixa, mas jamais será algo infrutífero. Você pode inclusive procurar mais de um curso para ter em seu currículo e conseguir uma boa colocação”, analisa o especialista.

O Senai está com uma série de cursos abertos para quem deseja buscar ingressar nessa indústria, alguns voltados para indústria têxtil, eletroeletrônica, automotiva, entre outros. Cursos de gestão também são amplamente abertos para o público. “Os cursos também podem ajudar na sua organização, planejamento e dinamismo. São vários aprendizados para uma indústria igualmente dinâmica”, afirma.

O setor da Agricultura no Brasil pode ter passado sem tanta aflição e prejuízo pela crise econômica que impactou o país de 2015 pra cá. Dados recentes divulgados pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) são positivos e afirmam que a safra 2015/2016 foi positiva, colhendo 210,5 milhões de toneladas de grãos no Brasil. O volume representa 1,4% a mais do que a safra anterior, com aumento de 2,8 milhões de toneladas.

Como não poderia deixar de ser, a soja continuou sendo o principal destaque deste ano, com crescimento de 6,1% na produção total, passando de 96,2 para 102,1 milhões de toneladas. Segundo a Conab, a alta foi impulsionada pelos preços no mercado mundial. O maior produtor da oleaginosa é Mato Grosso, com 28,3 milhões de toneladas, o que representa cerca de 28% da safra nacional. Em segundo lugar, fica o Paraná, com 18,5 milhões de toneladas.

Seguindo para a safra do milho, ela apresentou uma redução de 7% em sua produção, passando para cerca de 27 milhões de toneladas, e segundo os dados, é possível dizer que os produtores estão preferindo plantar soja, então a segunda safra de milho pode vir em 2017 como uma renovação na terra.

Sozinha, a soja é responsável por 56% das áreas plantadas no Brasil. Porém, as outras culturas como algodão e café continuam sendo realizadas, já que há um mercado competitivo que deve se estender para além do ano que vem. O próximo ano poderá trazer esse crescimento, mas a soja deve continuar sendo a principal cultura do país.

O plantio de culturas para consumo humano e animal, como soja, arroz, milho e outros produtos, até mesmo os que são cultivados em hortas – hortaliças e verduras – exige diferentes tipos de safras, cuidados e atitudes para que o investimento não se perca. Por isso, muitas dúvidas sobre técnicas surgem para o agricultor. Qual a melhor forma de preparar o solo, cultivar plantas e qual melhor tipo de produto para conter pragas? É nessa empreitada que o profissional formado em Agronomia pode ajudar.

Por se tratar de um sistema complexo, é exigido que o agrônomo tenha um conhecimento mais amplo e domínio de todas as fases do sistema, envolvendo o manejo de mais de uma cultura e, muitas vezes, uma associação de agricultura e pecuária. Dentro desse “mundo” de coisas, existem vários tipos de tipos de culturas, como o plantio direto, que é uma técnica de cultivo sustentável. Nessa técnica, é necessário manter o solo sempre coberto por plantas em desenvolvimento e por resíduos vegetais.

cultura sustentável

Também existe, por exemplo, a técnica da rotação de culturas, onde em diversos tipos de grãos são plantados para que os nutrientes da terra fiquem sempre variados e a terra não se desgaste por um plantio exaustivo. As técnicas são muitas e devem atender ao que o agricultor espera, mas diante da demanda de conservação ambiental que existe hoje, é essencial consultar um agrônomo para que a intenção de um bom plantio não vire prejuízo, para quem planta e para quem consome.

A erosão, a compactação e o aumento da salinidade do solo são os maiores problemas relacionados ao manejo inadequado e terão relação direta com a escassez de alimentos num futuro não muito distante, resultando num profundo desequilíbrio do sistema produtivo, se práticas corretas não forem adotadas.

 

As áreas com manejo inadequado reduzem significativamente seu potencial de produção, então um profissional com a formação adequada para evitar essas perdas pode ser um grande ganho.

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