Os municípios de Três Lagoas, Água Clara e Ribas do Rio Pardo, no leste do Estado, se unem para desenvolver o setor de silvicultura da região. Amanhã, representantes das três cidades participam do Workshop do Arranjo Produtivo Local – APL de Silvicultura da Região Leste.

A plantação de florestas também é uma forma de promover a diversificação econômica de uma localidade. A intenção da Câmara Setorial de Floresta e parceiros ligados ao setor em Mato Grosso do Sul é formular uma política de desenvolvimento florestal para fomentar a atividade.

O workshop em Três Lagoas pretende reorganizar as ações propostas em 2006 pelo projeto de silvicultura e implementá-las neste ano. Para isso, o plano conta com a participação das secretarias de Turismo, de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Econômico dos municípios, empresários do setor de produção de eucaliptos e pínus, empresários de beneficiamento de madeira em serrarias e móveis, lideranças locais e instituições como Banco do Brasil, Famasul, Senai, Sebrae, Agraer, Fetagri e Sindicato Rural de Três Lagoas.

Durante o encontro, a indústria de papel e celulose Votorantim – VCP e a MMX – Mineração e Metálicos apresentam suas propostas de incentivo ao setor. O gerente florestal da MMX, Antonio José de Souza, fala do Programa de Reflorestamento e Suprimento de Carvão Vegetal da companhia. A VCP participa com seu consultor da área de poupança florestal.

O assessor técnico do Senai/MS, Rodrigo Benavides, apresenta plano de desenvolvimento do Arranjo Produtivo Local de Móveis e Madeira. Ao final do evento, o consultor do Sebrae/MS Wolmir Meneguzzo apresenta a avaliação das ações contempladas no projeto a serem implementadas.

Setor
Nas décadas de 70 e 80 evidenciou-se um enorme maciço florestal no Estado, sobretudo na região de Ribas do Rio Pardo, chegando próximo de 500 mil hectares de florestas de eucalipto, pínus e outras espécies, de acordo com pesquisa encomendada pelo Sebrae à Fundação Biótica no ano passado.

O desempenho do setor, porém, não representou condição de entusiasmo naquele período, pois em virtude da falta de planejamento e de políticas públicas pouco eficientes, o setor caiu em descrédito por um bom tempo.

Com a permanência de algumas empresas que persistiram na atividade e o potencial de áreas disponíveis para plantio, sobretudo em locais de pastagens degradadas, o setor voltou a ter destaque no cenário econômico do Estado. Outros fatores corroboraram para isso, como a crescente demanda por madeira, com a implantação do pólo minero-siderúrgico de Corumbá e a instalação de indústria de papel e celulose em Três Lagoas.

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Os municípios de Três Lagoas, Água Clara e Ribas do Rio Pardo, no leste do Estado, se unem para desenvolver o setor de silvicultura da região. Amanhã, representantes das três cidades participam do Workshop do Arranjo Produtivo Local – APL de Silvicultura da Região Leste.

A plantação de florestas também é uma forma de promover a diversificação econômica de uma localidade. A intenção da Câmara Setorial de Floresta e parceiros ligados ao setor em Mato Grosso do Sul é formular uma política de desenvolvimento florestal para fomentar a atividade.

O workshop em Três Lagoas pretende reorganizar as ações propostas em 2006 pelo projeto de silvicultura e implementá-las neste ano. Para isso, o plano conta com a participação das secretarias de Turismo, de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Econômico dos municípios, empresários do setor de produção de eucaliptos e pínus, empresários de beneficiamento de madeira em serrarias e móveis, lideranças locais e instituições como Banco do Brasil, Famasul, Senai, Sebrae, Agraer, Fetagri e Sindicato Rural de Três Lagoas.

Durante o encontro, a indústria de papel e celulose Votorantim – VCP e a MMX – Mineração e Metálicos apresentam suas propostas de incentivo ao setor. O gerente florestal da MMX, Antonio José de Souza, fala do Programa de Reflorestamento e Suprimento de Carvão Vegetal da companhia. A VCP participa com seu consultor da área de poupança florestal.

O assessor técnico do Senai/MS, Rodrigo Benavides, apresenta plano de desenvolvimento do Arranjo Produtivo Local de Móveis e Madeira. Ao final do evento, o consultor do Sebrae/MS Wolmir Meneguzzo apresenta a avaliação das ações contempladas no projeto a serem implementadas.

Setor
Nas décadas de 70 e 80 evidenciou-se um enorme maciço florestal no Estado, sobretudo na região de Ribas do Rio Pardo, chegando próximo de 500 mil hectares de florestas de eucalipto, pínus e outras espécies, de acordo com pesquisa encomendada pelo Sebrae à Fundação Biótica no ano passado.

O desempenho do setor, porém, não representou condição de entusiasmo naquele período, pois em virtude da falta de planejamento e de políticas públicas pouco eficientes, o setor caiu em descrédito por um bom tempo.

Com a permanência de algumas empresas que persistiram na atividade e o potencial de áreas disponíveis para plantio, sobretudo em locais de pastagens degradadas, o setor voltou a ter destaque no cenário econômico do Estado. Outros fatores corroboraram para isso, como a crescente demanda por madeira, com a implantação do pólo minero-siderúrgico de Corumbá e a instalação de indústria de papel e celulose em Três Lagoas.

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