fevereiro 2008
Monthly Archive
sex 8 fev 2008
A arroba do boi fecha a semana cotada a R$ 65, nos cinco principais frigoríficos de Mato Grosso do Sul. O preço da carne do macho vem sendo o mesmo desde a primeira quinzena de janeiro. Para a arroba da vaca existe uma variação no preço, a fêmea está cotada entre R$ 56 a R$ 59.
O frigorífico Friboi, de Campo Grande, compra a arroba do boi a prazo por R$ 65, e à vista, por R$ 63. Para a arroba da vaca, o preço a prazo está cotado a R$ 58 e à vista R$ 56.
Na região leste do Estado, o frigorífico Marfrig, de Bataguassu, paga pela arroba do boi rastreado no prazo de 30 dias R$ 65, e à vista R$ 63,70. Já o valor da fêmea, a prazo, está cotado a R$ 59, e à vista R$ 57,70. O maior preço pago pela vaca na região.
Em Naviraí, região sudoeste do Estado, o frigorífico Bertin compra a arroba do boi por R$ 65 a prazo e R$ 63,70 à vista. Para a vaca, o preço a prazo é de R$ 58, e à vista R$ 56,80. O mesmo preço pago desde a semana passada.
O frigorífico Independência, de Anastácio, paga pela arroba do boi R$ 65 a prazo, e R$ 63 à vista. Para arroba da vaca o preço a prazo está cotado R$ 56, e à vista R$ 54. No frigorífico Independência, instalado em Nova Andradina, o preço da arroba do boi é o mesmo também, R$ 65 a prazo e R$ 63 à vista. Já quanto ao preço da fêmea está cotado entre R$ 59 a prazo e R$ 57 à vista.
sex 8 fev 2008
Começa no dia 15 de fevereiro, a campanha de vacinação contra febre aftosa na Zona de Alta Vigilância Sanitária (ZAV), formada pelos municípios (ou parte deles) que compõem a região de fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai, tendo como ponto de partida uma área de 15 quilômetros de extensão.
Segundo a Agência Sanitária Vegetal e Animal (Iagro), os municípios de Antônio João, Japorã, Mundo Novo possuem as totalidades de seus territórios ou espaço geográfico/administrativo, que compõem a Zona de Alta Vigilância Sanitária.
Já os municípios de Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho e Sete Quedas apenas parte do território, espaço geográfico ou administrativo estão incluídos na ZAV.
“A única diferença da campanha de vacinação de febre aftosa dessa região das demais (Planalto e Pantanal) é a imunização dos bovídeos com até 12 meses de idade. As regras são as mesmas”, explica o diretor da Iagro, Ricardo Bacha.
Nesta região a vacinação segue até o dia 15 de março. De 1º a 31 de maio, deve ser feita a vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade. De 20 de novembro a 20 de dezembro, vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade.
O registro das vacinas nas unidades veterinárias locais da Iagro deverá ser feito em até 15 dias, após o encerramento da campanha.
sex 8 fev 2008
A Comissão Européia, órgão executivo da União Européia, afirmou nesta quinta-feira, 7, que só voltará a permitir qualquer importação de carne do Brasil depois de “analisar as garantias” proporcionadas pelas autoridades brasileiras a respeito das fazendas listadas como aptas para exportar para o bloco.
“Com base nessa análise, decidiremos quais fazendas poderemos incluir na lista (de exportadores) e quais teremos que esperar pelos resultados da inspeção do FVO”, disse à BBC Brasil a porta-voz da Comissão Européia para Saúde e Proteção ao Consumidor, Nina Papadoulaki.
O Departamento de Alimentação e Veterinária (FVO, na sigla em inglês) é responsável pelo controle sanitário na União Européia e deve enviar, no próximo dia 25, uma nova missão para avaliar se as fazendas brasileiras seguem os padrões de qualidade exigidos pelo bloco para a exportação de carne.
“Até o momento, no entanto, as autoridades brasileiras não forneceram à comissão relatórios completos das auditorias e inspeções que garantam que essas fazendas (as 2.681 que constam da lista enviada à Bruxelas há uma semana) cumpram todos os requisitos europeus para importação”, disse Papadoulaki.
Dúvida
A falta desses relatórios detalhados foi um dos fatores que levou o Executivo europeu a duvidar da lista elaborada pelo governo brasileiro, com um número de fazendas oito vezes maior do que o recomendado pelos técnicos do FVO, e decidir pela proibição total das importações.
O governo brasileiro se comprometeu então a entregar as informações relativas a cada uma das fazendas listadas até o próximo dia 15.
Mas nesta quarta-feira o secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, informou que uma nova lista está sendo elaborada e que o número de estabelecimentos considerados aptos para a exportação deve ser reduzido para 683.
Kroetz admitiu que a maior parte das fazendas listadas anteriormente não haviam sido auditadas, como desconfiava a Comissão Européia.
Para a associação EuBrasil, dedicada a reforçar as relações entre a Europa e o Brasil, o recuo do governo brasileiro deve ser visto como “uma mostra de boa vontade para negociar e encontrar uma solução para o problema”.
“Esperamos que esse movimento seja seguido por um movimento equivalente por parte das autoridades européias”, disse à BBC Brasil o presidente da associação, Luigi Gambardella. “O mais importante agora é retomar as importações do Brasil. Depois, a lista (de fazendas) poderá ser ampliada.”
“Do ponto de vista técnico, a redução do número de exportadores permitirá às autoridades brasileiras e européias conseguir melhores garantias de qualidade sobre a carne vendida aos consumidores europeus por um preço mais baixo, apesar de que, no momento, não há riscos envolvidos”, avalia Gambardella.
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