setembro 2007


Suíno vivo

(28.09) – O abate de suínos atingiu 6,6 milhões de unidades no segundo trimestre deste ano, o que representa um aumento de 1,6% na comparação com o primeiro trimestre deste ano; e uma elevação de 7,6% no segundo trimestre do ano passado. A informação foi divulgada pelo IBGE. De acordo com o instituto, quanto ao peso total de carcaças suínas, foram registradas 603,3 mil toneladas no segundo trimestre de 2007. Esse montante representa um crescimento de 8,3% em comparação com igual período no ano passado; e elevação de 2,2% ante o primeiro trimestre deste ano. Ainda de acordo com o instituto, o peso médio do suíno abatido ficou em torno de 91 quilos.(Agrolink)

Suíno vivo
GO R$2,30
MG R$2,50
SP R$2,40
RS R$2,25
SC R$2,10
PR R$1,86
MS R$2,10
MT R$1,85

Frango vivo

(28.09) – No segundo trimestre de 2007 foram abatidas 1,1 bilhão de unidades de frangos, um aumento de 21,4% frente a igual período de 2006, e de 1,6% em relação ao primeiro trimestre de 2007, segundo o IBGE. Foram registradas 2,2 milhões de toneladas de frangos no período. O Paraná teve a maior participação no abate de frangos por estado, com 25% do total abatido no país, seguido de Santa Catarina (18,7%) e Rio Grande do Sul (17,4%). (Agrolink)

Frango vivo
SP R$1,60
RS R$1,40
SC R$1,30
PR R$1,40
MS R$1,30
GO R$1,65
MG R$1,65
CE R$2,15

Ovos

(28.09) – O mercado de ovos chega ao final de semana sem grandes alterações.Com grande oferta de ovos pequenos e falta de ovos do tipo jumbo/extra, permanecem os preços baixos e vendas fracas. Produtores esperam mudanças com a virada do mês. Cif São Paulo jumbo R$41,70, extra R$38,70, grande R$36,70, médio R$34,70 e pequeno R$29,70. (OvoOnline /Mercado do Ovo)

Ovos brancos
SP R$38,70
RJ R$38,00
MG R$38,00

Ovos vermelhos
MG R$40,00
RJ R$40,00
SP R$40,70

Boi gordo

(28.09) – Em mais um dia de alta, o indicador Esalq/BM&F boi gordo à vista foi cotado a R$ 61,17/@ (+R$ 0,42). O equivalente a prazo teve valorização de R$ 0,46, cotado a R$ 61,87/@. A BM&F terminou a quinta-feira em alta, setembro/07 fechou a R$ 60,72/@, variação positiva de R$ 0,18, com 428 contratos negociados e 7.845 contratos em aberto. Os contratos com vencimento para outubro/07 tiveram alta de R$ 0,33, fechando a R$ 62,92/@, com 1.823 contratos negociados e 33.839 contratos em aberto. Novembro/07 permaneceu praticamente estável, com alta de R$ 0,01, fechando a R$ 63,85/@, com 1.182 contratos negociados e 7.833 contratos em aberto. As cotações da arroba do boi gordo, no mercado físico, seguem estáveis na maioria das praças. Segundo colaboradores do BeefPoint as compras estão difíceis com os preços atuais. No levantamento de preços feito junto a associações de produtores, frigoríficos, escritórios de compra de gado e instituições estaduais ligadas a pecuária, foram registradas altas de R$ 1,00 em Alta Floresta/MT (R$ 53,00/@) e R$ 2,00 em Maringá/PR (R$ 60,00/@). Em Londrina/PR,a variação é de -R$ 2,00, com arroba cotada a R$ 59,00. Na reposição, o indicador Esalq/BM&F bezerro MS à vista foi cotado a R$ 464,25/cabeça, alta de R$ 0,23. A relação de troca está em 1:2,17.(BeefPoint)

Boi gordo
Triangulo MG R$56,00
Goiânia GO R$57,00
Dourados MS R$56,00
C. Grande MS R$56,00
Três Lagoas MS R$57,00
Cuiabá MT R$55,00
Marabá PA R$52,00
Belo Horiz. MG R$54,00

Soja

(28.09) – O mercado futuro da soja inverteu cenário e encerrou o pregão noturno desta sexta-feira em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT), conforme indica o Rural Business. O vencimento nov/07, o de maior liquidez, caiu 5 pontos e fechou no patamar de US$ 1.004,00 cents/bushel (US$ 22,13 a saca). O contrato jan/08 terminou os trabalhos negociado a US$ 1.020,25 cents/bushel (US$ 22,49 por saca), depois de anotar também uma desvalorização de 5 pontos (0,99%). A posição mai/08 finalizou a sessão com incremento de 2 pontos e vale agora US$ 1.032,50 cents/bushel, ou algo próximo a US$ 22,76 por saca.

Já o mercado futuro do farelo de soja finalizou o pregão noturno desta sexta-feira em cenário misto na Bolsa de Chicago (CBOT), conforme aponta o Rural Business. O vencimento dez/07, o de maior liquidez hoje, encerrou os trabalhos com desvalorização de US$ 1,30/ton, negociado a US$ 287,50/ton, testando a máxima de US$ 290,70 e a mínima de US$ 287,20/ton.

Soja
Físico – saca 60Kg – livre ao produtor
Goiás – GO (média estadual) R$39,50
R. Grande do Sul (média estadual) R$40,00
Mato Grosso (média estadual) R$38,00
Paraná (média estadual) R$42,50
São Paulo (média estadual) R$42,00
Santa Catarina (média estadual) R$40,00
M. Grosso do Sul (média estadual) R$39,00
Minas Gerais (média estadual) R$41,50

Milho

(28.09) – O mercado futuro do milho encerrou em cenário misto no pregão noturno desta sexta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT), de acordo com o Rural Business. O contrato dez/07, o de maior liquidez hoje, fechou com estabilidade, cotado a US$ 386,75 cents/bushel (US$ 9,14 por saca), oscilando entre a máxima de US$ 387,50 e a mínima de US$ 383,25 cents/bushel, operando num range de 4,25 pontos.

Milho
Físico – saca 60Kg – livre ao produtor
Santa Catarina (média estadual) R$26,00
Rio G. do Sul (média estadual) R$24,00
Goiás (média estadual) R$21,00
Minas Gerais (média estadual) R$25,00
Mato Grosso (média estadual) R$18,00
M. Grosso Sul (média estadual) R$20,00
Paraná (média estadual) R$24,00
São Paulo (média estadual)

Em ofício encaminhado nos últimos dias ao Sindag – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola – e à Andav – Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários -, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) oficializou seu apoio institucional à campanha nacional contra a pirataria e o contrabando de agrotóxicos.

“A OCB é a favor da legalidade, da redução de custos aos produtores e suas cooperativas e do crescimento sustentável da cooperativa”, diz o ofício da entidade. A partir de agora, a OCB empreenderá estratégias conjuntas com Sindag e Andav visando a conscientizar a rede cooperativista nacional e seus cooperados em relação aos riscos envolvendo a utilização de agrotóxicos ilegais.

Números preocupam:

Dados recém-divulgados pelo Sindag dão conta de que nos primeiros nove meses deste ano quase 37 toneladas de agrotóxicos ilegais foram apreendidas pelas polícias Civil, Federal e Militar, em diferentes pontos do País. Entre os meses de setembro e outubro, as autoridades confiscaram em torno de 15.500 quilos desses ‘produtos’. O quadro se torna ainda mais grave ao se produzir um balanço das apreensões dos últimos cinco anos: 300 toneladas.

Há, atualmente, cerca de 250 suspeitos indiciados no território nacional, acusados por crime ambiental, contrabando e descaminho – algumas das penas previstas na legislação brasileira para quem transaciona ou utiliza agrotóxicos ilegais. As polícias têm empreendido diversas ações e até mesmo operações especiais, como a da Polícia Federal que foi batizada de Piratas da Lavoura, de junho passado.

Há registro de centenas de prisões em flagrante, indiciamentos e confisco de vários recursos das quadrilhas especializadas na distribuição de agrotóxicos ilegais no Brasil – automóveis, caminhões, ônibus e barcos. De acordo com dados colhidos junto à Polícia Federal, mais de 150 carretas supostamente pertencentes aos acusados foram confiscadas pela PF e pela Receita Federal. As informações são da assessoria de imprensa do Sindag.

A Bunge Brasil tem prazo de 30 dias para identificar nos rótulos de suas embalagens a presença de organismos geneticamente modificados (OGMs) produzidos na filial de Rondonópolis (MT) a partir de soja transgênica. O pedido de providências para a regularização da comercialização de produtos compostos a partir da soja OGM foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso, por meio de uma ação civil pública, que tramita na Subseção Judiciária de Rondonópolis, município a 210 quilômetros ao sul de Cuiabá.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o Ministério da Agricultura serão informados da decisão e terão que fiscalizar o cumprimento da determinação judicial. Uma perícia técnica feita pelo Ministério da Agricultura, a pedido MPF, identificou a presença de organismos geneticamente modificados na soja coletada no estoque da filial da Bunge, destinado à industrialização de óleo e outros produtos alimentícios.

O Decreto 4.680/2003 regulamenta que na comercialização de alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal que contenham ou sejam produzidos a partir de organismos geneticamente modificados, com presença acima do limite de um por cento do produto, o consumidor deverá ser informado da sua natureza transgênica.

Um regulamento do Ministério da Justiça de 2003 definiu a forma e as dimensões mínimas do símbolo que comporá a rotulagem tanto dos alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal embalados, como nos vendidos a granel ou in natura, que contenham ou sejam produzidos a partir de organismos geneticamente modificados.

O símbolo, formado por uma letra “T” maiúscula inserida dentro de um triângulo equilátero, identificará a presença dos transgênicos. Além do símbolo, a regulamentação prevê que a letra esteja em destaque e em contraste de cores que assegure a correta visibilidade dos consumidores.

Próxima Página »