O plantio de culturas para consumo humano e animal, como soja, arroz, milho e outros produtos, até mesmo os que são cultivados em hortas – hortaliças e verduras – exige diferentes tipos de safras, cuidados e atitudes para que o investimento não se perca. Por isso, muitas dúvidas sobre técnicas surgem para o agricultor. Qual a melhor forma de preparar o solo, cultivar plantas e qual melhor tipo de produto para conter pragas? É nessa empreitada que o profissional formado em Agronomia pode ajudar.

Por se tratar de um sistema complexo, é exigido que o agrônomo tenha um conhecimento mais amplo e domínio de todas as fases do sistema, envolvendo o manejo de mais de uma cultura e, muitas vezes, uma associação de agricultura e pecuária. Dentro desse “mundo” de coisas, existem vários tipos de tipos de culturas, como o plantio direto, que é uma técnica de cultivo sustentável. Nessa técnica, é necessário manter o solo sempre coberto por plantas em desenvolvimento e por resíduos vegetais.

cultura sustentável

Também existe, por exemplo, a técnica da rotação de culturas, onde em diversos tipos de grãos são plantados para que os nutrientes da terra fiquem sempre variados e a terra não se desgaste por um plantio exaustivo. As técnicas são muitas e devem atender ao que o agricultor espera, mas diante da demanda de conservação ambiental que existe hoje, é essencial consultar um agrônomo para que a intenção de um bom plantio não vire prejuízo, para quem planta e para quem consome.

A erosão, a compactação e o aumento da salinidade do solo são os maiores problemas relacionados ao manejo inadequado e terão relação direta com a escassez de alimentos num futuro não muito distante, resultando num profundo desequilíbrio do sistema produtivo, se práticas corretas não forem adotadas.

 

As áreas com manejo inadequado reduzem significativamente seu potencial de produção, então um profissional com a formação adequada para evitar essas perdas pode ser um grande ganho.

O procedimento de inseminação artificial acontece a partir de um conjunto de atividades que tem início na coleta do sêmen seguido da analise e processamento do mesmo em laboratório, após isso feito é possível realizar a manutenção do semén por longo período e finalmente introduzir no trato genital de uma fêmea.

 

A inseminação artificial deve ser feita por um profissional de Zootecnia e é essencial para o melhoramento genético e aumento da eficiência produtiva do gado. Com a reprodução qualificada o faturamento na hora da venda do gado se torna maior, pois através da inseminação artificial conquista-se o controle do animal reproduzido, assim tornando o ato mais vantajoso comercialmente.

Entenda as vantagens e aplicações do método:

Melhoramento genético: possibilita o uso de animais de alto padrão em variadas propriedades.

Ajuda a evitar consanguinidade: com uso de gado diferente evita-se  o cruzamento entre parentes.

Facilita o cruzamento entre raças: com o uso do sêmen de animais de raças diferentes na inseminação de cada fêmea é possível escolher a raça que melhor combina com a mesma.

Auxilia no controle de doenças sexualmente transmissíveis: através do procedimento manipulado de reprodução evita-se várias doenças.

Facilita a estação de monta: mais empregada em gado de corte onde, no caso de monta natural, permite que vários reprodutores façam a cruza com grande número de fêmeas em um curto período de tempo.

Para que o procedimento de inseminação é importante seguir algumas regras, são elas as seguintes:

1 – Observar o cio com frequência;

2 – Somente fazer a  inseminação se o muco estiver limpo;

3 –  Realizar o procedimento vagarosamente;

4 – Anotar a data da inseminação;

5 – Não realizar 4 inseminações seguidas, antes da quarta inseminação o animal deve ser avaliado novamente;

6 – Manter o material usado no procedimento sempre limpo.

Seguindo o procedimento de forma correta é possível obter boas cruzas e conquistar melhor faturamento na hora da venda.

 

Vivemos um momento de crise, não dá para negar. Diversos setores da economia já sentiram a recessão e estão precisando se reinventar para permanecer no mercado. E acredite, isso está acontecendo em muitos setores mesmo.

A lógica é sempre assim: quando a coisa aperta, o essencial fica (comida, água, luz), algumas coisas dá pra segurar ou investir menos (roupas, calçados), outras, dá para substituir (plano de saúde pelo SUS, escolas particulares por públicas) e há ainda aquelas coisas que são totalmente deixadas de lado (presentes, lazer e viagens).

turismo rural

Este último setor anda sentindo bastante os efeitos da crise. Com a alta do dólar, muita gente que ia viajar para o exterior anda adiando os planos e optando para viagens dentro do país, o que acaba sendo uma coisa boa para os empresários locais.

O problema é que, a grande maioria da população que sempre viajava para dentro do país, estão cancelando suas viagens. É aí que as empresas do setor precisam pensar em novas estratégias para atrair e se diferenciar.

Um dos setores que está sentindo bastante é o turismo rural que está precisando se reinventar.

A verdade é que temos um Brasil imenso, com muitas oportunidades de viagem e lazer, o que precisamos é mostrar para o público que ele pode sim, investir em pequenos passeios e estadias mais curtas para relaxar.

Agregar serviços é outra forma de atrair visitantes. Por exemplo, um dia na fazenda, inclui atividades ao ar livre guiada para as crianças. Ou uma trilha ou alguns vouchers de boiacross. Ou ainda, o transporte compartilhado incluso.

As possibilidades são muitas, e na dúvida de como fazer, escute seu clientes, busque inspirações fora do país, faça testes e não deixe de investir em publicidade.

Em momentos de crise é hora de reduzir um pouco o lucro, mas continuar com uma frequência de vendas, continuar atraindo clientes.

Pesquisar novos públicos e entender as novas necessidades que surgem nesses momentos de crise, inovação é a chave para segurar as pontas e passar por cima.

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